Vigilância Ambiental de Canela instala armadilhas para localizar focos do mosquito da dengue

admin
28 Feb, 2026
A Vigilância Ambiental de Canela começou nesta semana a instalação de armadilhas para localizar focos do mosquito Aedes aegypti, vetor de doenças como a dengue. As armadilhas, chamadas de ovitrampas, passaram a ser adotadas pelo Centro Estadual de Vigilância em Saúde do Rio Grande do Sul como uma ferramenta preventiva, capaz de identificar a presença do inseto mesmo em locais onde não há indicativo de infestação. ENTRE PARA A COMUNIDADE DO JORNAL DE GRAMADO NO WHATSAPP Vigilância Ambiental de Canela instala armadilhas para identificar focos do mosquito da dengue Foto: Adriana Rabassa/PMC Inicialmente com 50 armadilhas instaladas, a Prefeitura de Canela pretende ampliar esse número até o final do ano, aumentando o território monitorado. Na quarta-feira (25), a equipe retornou aos locais que receberam as primeiras ovitrampas no sábado (21), para verificar se havia presença de larvas e pupas. A definição dos pontos em que foram instaladas as armadilhas veio por meio de mapeamento da Secretaria Estadual da Saúde, mas coube ao Município de Canela a confirmação de que esses eram os melhores locais. ChocoPáscoa Gramado espera 700 mil turistas em um mês de programação; mais de 100 atrações estão previstas “O ideal é que sejam espaços públicos ou de fácil acesso para que os agentes de saúde e combate à endemias possam armar e desarmar as armadilhas. Também é importante que sejam espaços cobertos e escuros, semelhantes aos que o Aedes escolhe para reprodução”, explica o coordenador da Vigilância Ambiental, Fábio Moura da Costa. Casos suspeitos De acordo com a titular da Vigilância Epidemiológica, Magali Cavinatto, Canela não possui casos confirmados de dengue em moradores, neste ano. Há 17 suspeitos aguardando resultado de exames no Laboratório Central do Estado (Lacen). Nenhum foco do mosquito foi encontrado nas rotinas de visitas dos agentes de saúde até agora, mas a Vigilância Ambiental mantém o trabalho e espera ampliar o número de armadilhas até o final de 2026 para garantir maior abrangência da observação. Caso seja confirmado algum caso em morador ou visitante da cidade, as equipes da Vigilância em Saúde – especialmente Epidemiológica e Ambiental -, iniciam uma operação conjunta, com foco na notificação e delimitação da doença e do vetor. Abrasel Hortênsias lança projeto para incentivar e empoderar mulheres do setor gastronômico “Sabemos que o mosquito voa até 300 metros para depositar os ovos, então realizamos o monitoramento da zona e mantemos acompanhamento do paciente positivo. O objetivo é evitar novas infecções e infestações”, esclarece o coordenador Fábio.