Bocalom exalta direita, ataca PT e projeta Flávio Bolsonaro presidente

admin
2 Mar, 2026
Durante discurso no ato “Acorda Brasil”, realizado neste domingo (1o), no Lago do Amor, em Rio Branco, fez duras críticas ao PT, defendeu a união da direita e afirmou que o senador Flávio Bolsonaro deve vencer a próxima eleição presidencial. Bocalom iniciou parabenizando o secretário João Marcos Luz pela mobilização e destacou que considera o evento o maior já realizado pelo grupo na capital. “Este é o evento que mais gente tem”, afirmou, ressaltando a trajetória do aliado na organização de manifestações da direita. Em tom combativo, o prefeito criticou o período em que o PT governou o Acre e associou a legenda ao comunismo. “Vocês querem que isso volte? Nós não queremos”, declarou. Ele também atacou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a quem se referiu de forma pejorativa ao longo do discurso, e disse que o país “virou de ponta cabeça mais uma vez”. Bocalom defendeu que a direita precisa ir além da vigilância política. “Não é só vigiar, não. Tem que ir para cima, tem que falar com aqueles que estão desviados”, disse, incentivando apoiadores a ampliarem o diálogo para fortalecer o campo conservador. Ao relembrar sua trajetória política, citou passagens por partidos como a antiga Arena, o PDS, o PP e o PSDB, destacando que sempre esteve na oposição ao PT no estado. Também mencionou disputas eleitorais passadas e afirmou que o Acre historicamente vota majoritariamente em candidatos de direita nas eleições presidenciais. Para o prefeito, a mudança no cenário nacional depende da vitória no Palácio do Planalto. “Se não mudar a Presidência da República, não tem jeito”, afirmou, acrescentando que pesquisas já indicariam vantagem de Flávio Bolsonaro. “Muito antes do previsto, já estão anunciando que nós vamos ter Flávio Bolsonaro presidente”, declarou. Bocalom ainda defendeu a eleição de deputados estaduais, federais, senador e governador alinhados à direita no Acre, como estratégia para consolidar o projeto político no estado e no país. O discurso foi encerrado sob gritos de “direita” entoados por apoiadores presentes no ato.