Hospital de Feijó: Calixto nega perseguição política e diz que Governo já tem prazo para entrar na 1a etapa

admin
3 Mar, 2026
O secretário de Governo (Segov), Luiz Calixto, negou veementemente as acusações feitas pelo prefeito de Feijó, Railson Ferreira, sobre uma suposta perseguição política que estaria atrasando a obra do , durante a reunião da Comissão de Saúde Pública na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), nesta terça-feira (3). Em entrevista, ele destacou que a relação do Estado com a prefeitura tem sido marcada por parcerias e cooperação. “Não há, da parte do governo, nenhuma perseguição política, como disse o prefeito, seja para Feijó ou para qualquer município deste estado. O governo Gladson Cameli é um governo que é marcado pelo seu estilo democrático, pelo seu estilo participativo. Então, não procedem essas informações. Muitas vezes, em debate político, as pessoas se exasperam e falam coisas que não devem. Porque eu queria entender como é que alguém persegue alguém politicamente fazendo concessões?”, questionou o secretário. Calixto disse ainda que o Governo tem sido generoso com o município de . “O Governo do Estado foi extremamente generoso com a Prefeitura de Feijó, sempre foi atencioso com a Prefeitura de Feijó e, mais, continuará sendo, continuará fazendo os convênios, celebrando as parcerias, porque nós não somos, não, não somos governo de um partido; somos governo do povo acreano. Portanto, não procede, desconheço, e o próprio prefeito sabe das parcerias que nós firmamos com o município dele”, continuou. O Governo deixou claro durante a audiência que a primeira parte do hospital será entregue até o dia 30 de abril. “O hospital passa a funcionar no seu primeiro bloco a partir do dia 30 de abril. Os atrasos na obra não são atrasos que dependem da nossa vontade, que dependem da nossa decisão. Nós não nos sentimos confortáveis com esta situação. Ela é desgastante para todos, principalmente para a população de Feijó, que carece de um atendimento mais humanizado. Mas nós não podemos passar por cima dos regramentos, por cima da burocracia que existe na celebração deste convênio. Tudo o que é feito é feito de forma transparente, de forma íntegra, e o Estado é ciente das suas responsabilidades”, pontuou. “Nós temos coisas que são alheias à nossa vontade, que fogem ao nosso controle. Mas, dia 30 de abril, se Deus quiser, a primeira etapa da construção deste hospital será entregue e nós imediatamente iniciaremos a segunda etapa, desta feita com recursos próprios, para que não fiquemos amarrados ou condicionados à burocracia que é de um convênio com o Governo Federal”, finalizou.