Exército Brasileiro faz demonstração com drones e robôs; assista

admin
28 May, 2026
O Exército Brasileiro fez demonstrações de drones nesta 4a feira (27.mai.2026), no último dia do Simpósio de Sistemas Não Tripulados da Força Terrestre. O encontro foi realizado em Brasília (DF) e reuniu autoridades e especialistas militares, além de representantes da BID (Base Industrial de Defesa). Segundo o Exército, o simpósio visa a “nivelar o conhecimento estratégico sobre sistemas não tripulados –popularmente conhecidos como drones – e subsidiar o Alto Comando do Exército na tomada de decisões sobre aquisição, pesquisa e desenvolvimento, organização e emprego dessas tecnologias”. [shortcode-newsletter] Assista ao vídeo (1min12s): https://youtu.be/HeuTY6gkeek Ao todo, 7 empresas apresentaram no evento drones e tecnologias terrestres de ataque, bombardeio ou vigilância. São elas: Taurus; Modirum Gespi; AeroID; Xmobots; Radeco; Condor; ADTech. Agora cabe ao Alto Comando e ao Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército definir quais dessas tecnologias serão incorporadas à Força. O evento contou com a participação do comandante do Exército, general Tomás Paiva, e de outras autoridades. PROJETO DE TRANSFORMAÇÃO O evento foi realizado a partir da Política de Transformação do Exército Brasileiro, conhecida como Força 40. Visa a tornar a Força mais ágil, adaptável, integrada e tecnologicamente avançada para o atual momento da geopolítica e os diversos conflitos armados pelo mundo. Leia a íntegra (PDF - 222 kB). A política envolve 4 eixos: desenho institucional - inclui organização, articulação e estruturação; capacidades - visa a sistematizar a governança das capacidades militares terrestres e acelerar o processo de incorporação das tecnologias; doutrina - tem como objetivo aprimorar o processo de concepção do quadro de organização do Exército; pessoal - desenvolver a mentalidade sobre a importância da transformação para o êxito nas operações. A justificativa do Exército para implementar uma política de transformação indica que há “uma tendência consistente de aumento dos investimentos em defesa”, o que torna “imperativo que o Brasil acompanhe tal movimento, sob pena de ampliar vulnerabilidades estratégicas, dificultando a consecução dos objetivos nacionais de Defesa”.