Brasileiro é mais otimista sobre impacto da IA em sua vida que na sociedade, aponta pesquisa

admin
15 Jun, 2026
O brasileiro demonstra um leve otimismo em relação ao impacto da IA sobre sua vida pessoal e profissional, conferindo uma nota média de 6,9 em uma escala de 0 a 10, apontam dados inéditos da pesquisa Super Panorama Mobile Time/Opinion Box , que será lançada na próxima quarta-feira, 17. A pergunta era a seguinte: “Quão otimista ou pessimista você está em relação ao desenvolvimento da inteligência artificial e seus impactos na sua vida pessoal e profissional? Dê uma nota de 0 a 10, em que 0 significa extremamente pessimista e 10 significa extremamente otimista”. O otimismo é um pouco menor entre mulheres (6,7) que entre homens (7,0). A média também é um pouco mais baixa no grupo com 50 anos ou mais (6,6) que entre aqueles com 16 a 29 anos (7,0) e 30 a 49 anos (7,0). A nota foi a mesma nos três recortes por renda familiar mensal (classes A e B, classe C, e classes D e E): 6,9. Inteligência artificial: impacto sobre a sociedade Quando perguntado sobre o impacto da IA na economia e na sociedade em geral, o otimismo do brasileiro diminui um pouco, com média de 6,7 em uma escala de 0 a 10. Mais uma vez o público com 50 anos ou mais (6,5) e as mulheres (6,6) apresentam um otimismo menor que a média. Os mais otimistas em relação ao impacto da IA sobre o coletivo são os homens (6,9), o grupo de 30 a 49 anos (6,9), os jovens de 16 a 29 anos (6,8) e as classes A e B (6,8). Os brasileiros das classes C, D e E ficaram exatamente dentro da média nacional de 6,7. A pesquisa traz um capítulo inteiro dedicado a apps de mensageria e outros sobre redes sociais, inteligência artificial generativa, uso de apps e outros serviços digitais. O relatório será disponibilizado para download gratuito no dia 17 de junho, com envio em primeira mão por email mediante cadastro prévio aqui. Foram entrevistados 4.138 brasileiros que possuem smartphone entre os dias 4 e 24 de março. A amostra respeita as proporções da população brasileira por gênero, idade, classe social e distribuição regional. A margem de erro é de 1,5 pp.