A estratégia da CBF para protestar contra anulação do gol de Vini Jr.
27 Jun, 2026
Resumo A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) sabe que não terá resposta sobre o ofício que enviou à Fifa (Federação Internacional de Futebol) reclamando da atuação do VAR na anulação de um gol de Vini Jr na vitória contra a Escócia. A entidade brasileira quis registrar um protesto formal para marcar território e, quem sabe, influenciar a arbitragem para que esse tipo de decisão, que a seleção entendeu como equivocada, não se repita. A ideia é dar uma resposta aos torcedores, adotando uma postura semelhante à dos clubes brasileiros junto à CBF nas competições nacionais quando há divergência sobre decisões dos árbitros. A CBF enviou um protesto por carta ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, assinada pelo presidente da entidade nacional, Samir Xaud. O UOL apurou que a Fifa manterá o seu procedimento e não irá responder à contestação. A Argélia também fez um protesto contra a arbitragem e não teve resposta. No duelo contra os escoceses, o Brasil vencia por 1 a 0 quando Vini Jr. roubou a bola do adversário, avançou e balançou as redes. O árbitro César Ramos não marcou falta, mas foi acionado pelo VAR e, na revisão, anulou o gol dando falta do atacante brasileiro. O coordenador da seleção, Rodrigo Caetano, questionou o motivo de a atuação do VAR ter sido diferente, por exemplo, no jogo da Argentina. No duelo contra a Argélia, Messi dá um toque por trás no zagueiro. A arbitragem marcou falta, mas não deu cartão amarelo e tampouco houve intervenção do VAR. A CBF entende que são lances semelhantes com decisões diferentes. O Brasil entra em campo novamente contra o Japão, segunda-feira, às 14h (horário de Brasília), em Houston, pela segunda fase da Copa do Mundo, a primeira eliminatória. Quem vencer avança às oitavas de final. Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.