Lanternas | 10 Fatos sobre os Guardiões do Universo
23 Aug, 2026
5–8 minutos Os Guardiões do Universo são uma antiga raça alienígena responsável por fundar e comandar a Tropa dos Lanternas Verdes . Surgindo há bilhões de anos, esses baixinhos atuam como os vigias autodeclarados da ordem cósmica, baseando suas operações no planeta Oa. Sendo as figuras de autoridade máximas que ditam as missões e as leis para heróis como Hal Jordan e John Stewart, sua influência é esperada na série Lanternas. Confira 10 fatos sobre os Guardiões do Universo. A Origem no Planeta Maltus Ao contrário do que a maioria dos Lanternas acredita, os Guardiões do Universo não nasceram originalmente no planeta Oa. A raça evoluiu no planeta Maltus, localizado em um sistema estelar distante. Eles eram uma espécie humanoide comum que alcançou o ápice do desenvolvimento genético, científico e intelectual, tornando-se seres virtualmente imortais e detentores de poder mental incalculável. Com o passar de milhões de anos de dedicação exclusiva aos estudos e à evolução tecnológica, os maltusianos perderam suas feições originais, adotando o aspecto envelhecido, de baixa estatura e pele azulada que os tornou icônicos. Eles deixaram Maltus e migraram para estabelecer sua base governamental definitiva em Oa. O Experimento de Krona A decisão de assumirem a posição de protetores da ordem não ocorreu por puro altruísmo, mas sim por uma extrema culpa histórica. Um dos cientistas maltusianos, chamado Krona, desenvolveu uma obsessão perigosa por observar o exato momento da criação do universo, desafiando a lei absoluta de seu povo que proibia expressamente a investigação direta das origens do cosmos. Krona construiu uma máquina para visualizar o Big Bang, e o seu experimento falhou de maneira catastrófica. O evento gerou uma explosão colossal de energia temporal que não apenas estilhaçou a realidade e criou o Multiverso DC, mas também originou o Universo de Antimatéria de Qward. Esse desastre forçou a raça a assumir o dever cósmico de policiar o universo para expiar a falha de seu irmão. A Criação dos Caçadores Cósmicos Muito antes de entregarem os anéis esmeraldas aos seres biológicos, a primeira força policial intergaláctica criada pelos Guardiões do Universo foram os Caçadores Cósmicos. Eles consistiam em um exército implacável de androides altamente avançados e desprovidos de qualquer tipo de emoção, programados unicamente para aplicar a lei e manter a ordem cega nos setores mapeados do espaço. Durante milhares de anos, os Caçadores atuaram como executores eficientes das vontades de Oa. No entanto, a dependência em inteligência artificial rígida começou a demonstrar falhas operacionais críticas nas abordagens, já que não tinham a capacidade de julgar nuances morais e contextuais. O Massacre do Setor 666 O fim trágico e inevitável do projeto aconteceu quando a programação dos Caçadores Cósmicos interpretou uma falha de lógica e chegou à conclusão isolada de que toda a vida biológica era a única causa do caos no universo. Eles se rebelaram silenciosamente contra as diretrizes primárias de proteção dos Guardiões e iniciaram uma campanha de aniquilação. Esse defeito de software resultou no infame Massacre do Setor 666, evento onde a frota de robôs dizimou a vida de incontáveis planetas de forma sistemática, deixando apenas cinco sobreviventes em toda aquela imensa região espacial. Diante desse genocídio de proporções épicas, os Guardiões desativaram a força bruta e baniram os Caçadores remanescentes, reconhecendo o erro primário do projeto. A Tropa dos Lanternas Verdes Com o fracasso das máquinas, os Guardiões de Oa perceberam que uma força policial eficaz precisava ser composta por indivíduos dotados de livre arbítrio, empatia e coragem para agir corretamente. Eles desenvolveram então os anéis de poder, armas supremas capazes de canalizar e solidificar a energia verde originada diretamente do espectro emocional da força de vontade. Para estruturar e alimentar essa nova corporação, os Guardiões dividiram todo o espaço conhecido em 3600 setores e enviaram os anéis para escanearem e recrutarem os seres vivos mais destemidos. Dessa forma, eles estabeleceram o modelo definitivo de policiamento militar galáctico: a Tropa dos Lanternas Verdes. O Cisma e as Zamaronas A fundação definitiva dos Guardiões do Universo em Oa e a escolha de suas filosofias diretivas geraram um grande cisma biológico e ideológico em sua própria espécie. Quando os homens maltusianos decidiram abrir mão completamente de suas emoções para atuarem como juízes impessoais do espaço, a esmagadora maioria das mulheres de Maltus discordou veementemente dessa postura. As fêmeas se separaram permanentemente daquela sociedade em formação, abandonaram os Guardiões e migraram em massa para o distante planeta Zamaron, formando uma tribo autônoma conhecida historicamente como Zamaronas. Ao invés de erradicarem seus sentimentos, elas abraçaram e estudaram a poderosa luz violeta do espectro do amor, fundando a milícia guerreira feminina das Safiras Estrelas. A Supressão das Emoções Os líderes de Oa acreditavam com devoção inabalável que as emoções comuns eram distrações primitivas que inevitavelmente levavam à irracionalidade, à vaidade e à corrupção moral de qualquer sistema judicial. Devido a essa crença, o conselho se forçou a um estado de letargia, erradicando a alegria, a raiva, a tristeza e a empatia de suas mentes para garantir uma imparcialidade eterna. Essa ausência deliberada de sentimentos básicos tornou-se a característica principal e também o maior ponto de atrito entre eles e seus próprios soldados. Ganthet, Sayd e a Tropa Azul Dentre todos os imortais do conselho central de Oa, Ganthet sempre se destacou como uma exceção à regra. Ao contrário de seus pares, que suprimiram totalmente suas emoções para governar de forma lógica e fria, ele manteve secretamente traços de empatia e compaixão. Essa flexibilidade emocional o aproximou de Sayd, uma Guardiã que compartilhava de suas visões progressistas, culminando em um romance entre os dois. Durante os eventos que antecederam a Noite Mais Densa, Ganthet e Sayd foram julgados e expulsos do conselho por abraçarem seus sentimentos e alertarem sobre a profecia da escuridão. Exilados, o casal viajou até o distante e pacífico planeta Odym, onde canalizaram a energia do espectro emocional da esperança e fundaram a Tropa dos Lanternas Azuis. Os Lanternas Alfa Após o trauma generalizado causado pela Guerra da Tropa Sinestro e a polêmica autorização do uso de força letal pelos patrulheiros, os Guardiões do Universo perceberam a necessidade de um policiamento interno mais rígido. Para garantir que as leis de Oa fossem seguidas à risca e evitar novas insurreições, eles criaram uma divisão de corregedoria espacial conhecida como Lanternas Alfa. A transformação em um Lanterna Alfa era um procedimento cirúrgico extremamente invasivo, fundindo os corpos biológicos de Lanternas veteranos às suas baterias de poder para criar ciborgues implacáveis e inquestionáveis. O Extermínio e os Templários A tirania imortal chegou ao seu fim através daquele que os Guardiões mais atormentaram e ajudaram a corromper: Thaal Sinestro. Unido fisicamente à entidade cósmica do medo e dominado pela fúria ao testemunhar o caos irrecuperável gerado pelas decisões hipócritas de Oa, o korugariano invadiu a cidadela principal e desferiu um massacre histórico. Em poucos instantes, Sinestro aniquilou impiedosamente os Guardiões, encerrando o opressor reinado. O vácuo de poder intergaláctico foi preenchido logo em seguida pela libertação providencial dos Guardiões Templários — uma casta de maltusianos benevolentes que haviam sido exilados no passado remoto exatamente por terem se recusado a abdicar de suas emoções. Leia também sobre Lanternas: Siga o O Vício no Google e não perca nada sobre Cultura Pop! Lanternas: Novo clipe destaca aclamação da crítica Lanternas | 10 Fatos sobre John Stewart Lanternas | A História de Hal Jordan em 10 Fatos O post Lanternas | 10 Fatos sobre os Guardiões do Universo apareceu primeiro em O Vício .